Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Vulcão

Vulcão 

 


“An eruption of Vesuvius” de Joseph Wright


Tenho todas as esperanças
possíveis:
das ausências que esperam
às presenças que subtraem
e ficam pálidas,
nesse silêncio de ecos...

Preciso de todas as fantasias,
mas só contemplo minha ansiedade,
onde carências
passeiam em mim
todas as manhãs
e noites...

Essas aves geladas
são companheiras fiéis,
são rotina...

Mas, ainda assim, espero
rir, amar e cantar,
expandindo toda a chama
de meus sentimentos
abafados,
como vulcão
que dorme.


De: João Costa Filho


publicado por jpcfilho às 22:00
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4 comentários:
De Secreta a 8 de Janeiro de 2008 às 14:58
Liberta todas as palavras , os risos , o cantar ... Faz acordar esse vulcão!
Beijito :)


De Cöllyßry a 8 de Janeiro de 2008 às 16:30
Que...soltes a palavra não dita que ecoa em redor de Ti...Poeta

Docve meu beijo


De carla granja a 10 de Janeiro de 2008 às 00:45
um vulcão que vai explodir a qualquer momento onde irás sentir todo o amor ,toda a beleza e todos esses sentimentos que por vezes estõ dentro de nós e não o sabemos deitar cá para fora.
tenho um poema novo se quiseres passa por cá
bjo
carla granja


De http://intimomisterio.blogs.sapo.pt/ a 10 de Janeiro de 2008 às 16:03
Que esse vulcão exploda de prazer :)


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