Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

Bendito fruto

Bendito fruto  

 

Eu, gnóstico, incrédulo, pragmático

aos poucos me convertendo

nos mistérios

às cousas que pouco sabia

e  onde ainda me perco.

Se uma dúvida se estabelece,

sempre que estou com ela.

Retorno-me  menino e crente,

assim tão derrepente

como o absurdo,

Que forja enlevos, encantos

E  sentimentos sobrenaturais

além de minha circunspecção...

Quando ela me toca, me abraça,

saro de todos os pecados  do mundo,

e fico pacientemente pecando com ela,

coisas de perdição,

alheio ao tempo, a idade,

apenas pecamos divinamente,

na certeza de paraíso.

Só as horas não obedecem

ao ritual do amor de luxúria

e as travessuras mil

de dois corpos loucos

de desejo, perdição e devaneios,

que se comunicam eletricamente, apenas.

de murmúrios que dizem tudo

dizem que a eternidade é ali

e ali também é  a síntese da vida

no seu apogeu

Corpo a corpo, corpo e alma fundem-se

Em metáforas de aleluia

senhas, sendas

fendas, seios,sei?

não sei,

Sei apenas que estou rezando:

que és o bendito fruto entre as mulheres

Amém...

João Costa Filho07/11/2010

 

 


publicado por jpcfilho às 21:44
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