Domingo, 30 de Dezembro de 2007

Meu tempo é teu

 

 

Tresvario, loucas aparições

em mim, enfim...

Doudo frenesi, sortilégios,

versos que cavalgo,

manco de rimas,

tranco de pudores.

Teus olores, fragrantes

perfumam distancias

que me consomem.

Refém dos sentidos

não tenho sentido

esperança, e, ou futuro,

se todo, sou tu.

Sou os versos tortos

que ninguém ousou,

o vento sem sentido

a brisa passageira.

Passo chuva, ardo sol,

nesse exercício de

excitado arrebatamento.

Já não me sigo

já não me sinto,

sou todo entrega...

Perdi os caminhos de antes

depois que dividistes

meu tempo...

 

João Costa Filho


publicado por jpcfilho às 08:08
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De Cöllyßry a 30 de Dezembro de 2007 às 17:33



Neste virar de Ano…
Que se rasgue a venda do olhar
E seja mostrado o caminho
Para a Eternidade...

E...Te desejo

As pedras que atrapalham o caminho
Sejam varridas de vez
E possas caminhar sem sobressaltos…

Doce meu beijo





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