Quinta-feira, 16 de Junho de 2011

...

Era uma vez, o rio

 

O céu chupou o rio

o rio subiu ao céu

sem escada, sem escala

e o rio choveu

para minha vidraça

para o menino

que corre doido

atrás da menina doidinha

para a planta grave

cai a chuva no zinco

e sobe o rio

contra a correnteza

voa lépido sem asas

faz o ciclo

cai o rio, no rio

que cantava

hoje geme

e carrega o homem navio

o  homem vazio

que bebe o rio

que já foi livre

mas mata a sede da planta

mata a sede da terra

mata a sede do homem

que o mata.


publicado por jpcfilho às 17:22
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De Lu Rosario a 27 de Agosto de 2011 às 22:22
E você, sábio como é, não poderia ficar tanto tempo sem nos encher os olhos com suas palavras. Tem dias que penso: Quem será esse homem tão digno, que é doido para comer um acarajé, que tanto conhece, tanto diz, tanto ama e vive e experiencia e que tanto sabe conquistar? Hum... fico entre dúvidas e respostas às vezes óbvias.

Vou te confessar uma coisa: meu thucothuco do meu namorado sente ciúmes de você, acredita? Ele mal sabe que todas essas palavras trocadas são carinhos de quem nutre apenas amizades.. que não começaram agora, vale salientar..né não?

Entonces, fico por aqui.. deixando um beijo e dizendo para vc no sossegar, não sossegue demais e esqueça de postar por cá.

Beijos e inté!


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